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2 de setembro de 2008

A segunda geração da web

A web 2.0 é a mudança dos conceitos existentes na internet. Ela passou a se tornar um ambiente colaborativo, onde há uma troca intensa de informações de dados entre seus usuários. Neste contexto, não é apenas o adminstrador, mas também o usuário quem cria o conteúdo do site, enviando músicas, textos, imagens e vídeos, compartilhando com colegas e até desconhecidos.

Também foi abandonado o conceito de classificação por diretórios, muito utilizado até então, para ser adotado o de etiquetas, o que facilita e muito a organização e filtração do conteúdo, tornando a web cada vez mais moldável.

As aplicações neste ambiente podem também ser "quebradas" em partes menores e misturadas a outras, criando uma terceira ferramenta. O termo foi usado primeiramente pela empresa O'Reilly Media, em 2004, e a partir daí tornou-se popular. Algumas regras para a Web 2.0:

  • Infinitamente Beta: O site estará sempre em desenvolvimento e nunca terá uma versão final;
  • Colaborativo: Compartilhe o que você tiver de informação e reutilize outras sempre que possível;
  • Etiquetas ou tags: O conteúdo pode ser classificado pelo usuário da forma que ele quiser - não da que você quiser;
  • A web como plataforma: Fazer as tarefas on-line ao invés de off-line;
  • Os dados que valem: O valor do negócio será classificado pelo valor das informações contidas nele;
  • Leve para onde quiser: A ferramenta deve ser flexível, para que possa ser acessada em qualquer lugar.

Esta geração permite que o humano ensine a máquina a se adaptar a ele, e não o inverso. O usuário se encontra agora no centro das atenções, pois é ele que permite o funcionamento e aprimoramento da ferramenta. E acaba se tornando um colaborador para o desenvolvimento da mesma. Portanto, a segunda geração da web não é feito apenas de máquinas, mas principalmente dos humanos.

O texto acima é um trabalho que fiz para a faculdade, matéria de Redação para Meios Digitais, curso de Webdesign e Internet do CEUNSP-Salto.

1 comentários:

Walter Cruz disse...

Além disso, acho que a portabilidade de dados é muito importante. Agora somos reféns da web!